Quando visitar o concelho, siga este conselho: "não fume, não faça fogo, não deixe garrafas vazias ou qualquer tipo de lixo"... a Natureza agradece.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
"O confronto de civilizações" - que se passa nos países árabes/muçulmanos?
![]() |
| (Iémen) Onde é que eu já vi isto? |
Algo de extraordinariamente libertador terá vindo a acontecer no mundo muçulmano para alguém, digo, para uma mulher ter a coragem de dizer isto desta maneira!
sábado, 29 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Já rolaram cabeças e outras mais rolarão...
Se isto tivesse acontecido num qualquer país africano em que o ato eleitoral fosse supervisionado pela ONU, os zeladores do mundo exigiriam a repetição das eleições...
ou
Que pena que eu tenho que não estejamos com o governo do Santana Lopes! Teríamos o carnaval antecipado... e o governo demitido.
Garanto-vos que nenhum dos defensores das "amplas conquistas de abril" se calaria perante a sonegação de um direito básico em democracia: o direito de voto.
Garanto-vos que nenhum dos defensores das "amplas conquistas de abril" se calaria perante a sonegação de um direito básico em democracia: o direito de voto.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Sítios com história(s): as mamoas
Mamoas
"Trata-se de monumentos megalíticos a que se atribui uma função funerária, apresentando similitudes formais com inúmeros conjuntos dispersos pelas serras do Noroeste e aos quais se atribui uma cronologia situada entre os IV.º e III.º milénios a.C..
A Chã da Nave (ou Chã do Návia) é um amplo alvéolo aplanado encravado na vertente meridional do maciço do Piorneiro. [...] Bem irrigada, apresenta zonas húmidas com abundância de erva, mesmo no Verão. A cobertura vegetal dominante são matos rasteiros e herbáceas, sendo frequentes rebanhos de caprinos e manadas de bovinos a pastar.
No topo Nordeste da Chã, nas proximidades de uma nascente de água, conservam-se duas mamoas, bem perceptíveis na linha de superfície do solo e distantes uma da outra cerca de 50 metros.
Uma localiza-se a Oeste e trata-se de um tumulus de terra, cascalho e calhaus de granito, compactado, recoberto por tojo e fetos. Com cerca de 15 metros de diâmetro e 1 metro de altura, apresenta uma depressão central bem marcada, no interior da qual se observam 5 esteios de granito, tipo laje, 3 deles tombados e 2, aparentemente, in situ.
Outra Mamoa localiza-se a Este. É um tumulus de terra, calhaus e cascalho de granito, compactado, recoberto por tojo e fetos. Tem cerca de 14 metros de diâmetro e 1,5 metros de altura, apresentando uma pequena depressão central onde são visíveis, in situ, o topo de 5 esteios de granito, configurando uma câmara poligonal." - in site da CMTB
"Trata-se de monumentos megalíticos a que se atribui uma função funerária, apresentando similitudes formais com inúmeros conjuntos dispersos pelas serras do Noroeste e aos quais se atribui uma cronologia situada entre os IV.º e III.º milénios a.C..
A Chã da Nave (ou Chã do Návia) é um amplo alvéolo aplanado encravado na vertente meridional do maciço do Piorneiro. [...] Bem irrigada, apresenta zonas húmidas com abundância de erva, mesmo no Verão. A cobertura vegetal dominante são matos rasteiros e herbáceas, sendo frequentes rebanhos de caprinos e manadas de bovinos a pastar.
No topo Nordeste da Chã, nas proximidades de uma nascente de água, conservam-se duas mamoas, bem perceptíveis na linha de superfície do solo e distantes uma da outra cerca de 50 metros.
Uma localiza-se a Oeste e trata-se de um tumulus de terra, cascalho e calhaus de granito, compactado, recoberto por tojo e fetos. Com cerca de 15 metros de diâmetro e 1 metro de altura, apresenta uma depressão central bem marcada, no interior da qual se observam 5 esteios de granito, tipo laje, 3 deles tombados e 2, aparentemente, in situ.
Outra Mamoa localiza-se a Este. É um tumulus de terra, calhaus e cascalho de granito, compactado, recoberto por tojo e fetos. Tem cerca de 14 metros de diâmetro e 1,5 metros de altura, apresentando uma pequena depressão central onde são visíveis, in situ, o topo de 5 esteios de granito, configurando uma câmara poligonal." - in site da CMTB
Na mesma freguesia de Santa Isabel do Monte, no sítio conhecido por "Alminhas", encontram-se também três mamoas, uma das quais destruída pela estrada e outra totalmente escavada (imagem seguinte):
Mais duas mamoas, em Porta Cerdeiros, também em Santa Isabel do Monte:
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Aqui, há português (in)correto... (27)
Que "todas as pessoas que lerem isto percebam" que o "á" das expressões relativas ao tempo decorrido (tempo havido) se escreve com agá. Assim: há momentos; há segundos, há minutos, há horas ou há dias; há milénios ou há séculos; há pouco ou há muito tempo... mesmo com frio.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Nem tudo ficou resolvido...
o Cartão de Cidadão ainda vai dar que falar!
Exigirei a impugnação das eleições: o "pass'Aarão" não foi inscrito em nenhuma assembleia de voto - parece que a alcateia não tolera intrusos!
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
"É Tão Bom! Uma amizade assim... Ai faz tão bem!
Aumentem o volume e cantem comigo, em voz alta, esta canção do Sérgio Godinho:
Vale a pena ver
castelos no mar alto
Vale a pena dar o salto
pra dentro do barco
rumo à maravilha
e pé ante pé desembarcar na ilha
Pássaros de cores que eu nunca vi
que o arco-íris queria para si
eu vi
o que quis ver afinal
É tão bom!
uma amizade assim
Ai, faz tão bem!
saber com quem contar
Eu quero ir
ver quem me quer assim
É bom pra mim
e é bom pra quem tão bem me quer
Vale a pena ver
o mundo aqui do alto
vale a pena dar o salto
Daqui vê-se tudo
às mil maravilhas
na terra as montanhas e no mar as ilhas
Queremos ir à lua mas voltar
convém dar a curva
sem se derrapar
na avenida do luar
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Hoje proponho este "Pequeno Poema", de Sebastião da Gama
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
Sebastião da Gama, Serra Mãe
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
Sebastião da Gama, Serra Mãe
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Os sindicatos de professores muito gostam de "entupidelas"!...
- todos às "manifs" contra a avaliação... para entupir!
- todos contra o modelo de gestão... para entupir!
- todos a exigirem o pagamento das substituições... para entupir!
- todos a requererem observação de aulas... para entupir!
- todos a exigirem o excelente... para entupir!
- todos a recusarem a correção dos exames... para entupir!
- todos contra os mega-agrupamentos... para entupir!
- todos, agora, com providências nos tribunais... para entupir!
e, no entanto, a porcaria continua a (es)correr...
pois há sempre, nas escolas, desentupidores disponíveis!...
Quando é que os professores se deixam do folclore sindical e de divisionismos e passam à ação reivindicativa, séria e corajosa, na defesa da qualidade do ensino e da sua dignidade profissional?
Eu respondo: NUNCA.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
No morro... eu morro, tu morres, eles morrem!*
É impressionante a força destrutiva das águas como emocionante é a vontade de a vencer!
Na hora em que coloco este post, 450 pessoas morreram e mais de 200 mil estão desalojadas!
A minha solidariedade para com todos os que sofrem com esta brutalidade da natureza!
A minha solidariedade para com todos os que sofrem com esta brutalidade da natureza!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Ninguém para o Benfica, olé!
Um na mira, outro a caminho, aqueloutro a ser avaliado... e Jardel, homónimo de marcador de golos, já cá está para os evitar!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
"Pedra Filosofal", um poema de António Gedeão, com música e interpretação de Manuel Freire
A D
eles não sabem que o sonho
F#7
é uma constante da vida
G
tão concreta e definida
A
como outra coisa qualquer
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam
como estas árvores que gritam
em bebedeiras de azul
eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento
bichinho alacre e sedento
de focinho pontiagudo
Em A7
que fuça através de tudo
D
no perpétuo movimento
eles não sabem que o sonho
é tela é cor é pincel
base, fuste ou capitel
arco em ogiva, vitral
pináculo de catedral
contraponto, sinfonia
máscara grega, magia
que é retorta de alquimista
mapa do mundo distante
Rosa dos Ventos Infante
caravela quinhentista
que é cabo da Boa-Esperança
ouro, canela, marfim
florete de espadachim
bastidor, passo de dança
Columbina e Arlequim
passarola voadora
pára-raios, locomotiva
barco de proa festiva
alto-forno, geradora
cisão do átomo, radar
ultra-som, televisão
desembarque em foguetão
na superfície lunar
eles não sabem nem sonham
que o sonho comanda a vida
e que sempre que o homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos duma criança
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Aqui, há português (in)correto... (26)
- Senti que errei menos a representar do que o gestor do canal do YouTube da RTP a escrever português. E tu, como te sentiste no papel de entrevistador?
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Mea Culpa, por Antero de Quental
Gire suspenso e volva em harmonia;
Que o homem suba e vá da noite ao dia,
E o homem vá subindo insecto o seixo.
Não chamo a Deus tirano, nem me queixo,
Não chamo a Deus tirano, nem me queixo,
Nem chamo ao céu da vida noite fria;
Não chamo à existência hora sombria;
Acaso, à ordem; nem à lei desleixo.
A Natureza é minha mãe ainda...
É minha mãe... Ah, se eu à face linda
Não sei sorrir: se estou desesperado;
Se nada há que me aqueça esta frieza;
Se estou cheio de fel e de tristeza...
É de crer que só eu seja o culpado!
Antero de Quental, in "Sonetos"
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
E assim se faz Portugal: uns vão bem e outros mal!...
Entretanto, vá escutando esta cantiga do Fausto:
Este SUCH - Serviço de Utilização Comum dos Hospitais - é que é um verdadeiro "suchesso"!...
Se conquistaste o direito ao trabalho de uma forma honesta, legítima, concursal, e o exerces com dedicação e competência... terás de pagar os transportes, os consumíveis do próprio serviço, a formação; aguentar os repetitivos congelamentos, o aumento de impostos, a redução do salário...
Mas a um "boy" amigo, convidado para tacho de nomeação política, é-lhe oferecido carro de alta gama sem limites de quilometragem, prémios chorudos pelos bons serviços e, se o ano só tiver 12 meses, não há qualquer pejo, para que possa gastar à tripa-forra, passa a ter 14!...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Poeminha do Contra, de Mário Quintana
Todos estes que aí estão
Atravacando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mário Quintana
Atravacando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mário Quintana
domingo, 2 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Ano Novo… Vida Nova!
Iniciado a 16 de Agosto, p.p., o “pass’Aarão” tem merecido a simpática fidelidade diária de algumas dezenas de visitantes.
Devo confessar que não é fácil marcar presença, ininterruptamente, num espaço como este, que pretendo de recordações, música, poesia, património, divertimento, opinião, formação, informação…
Com o Novo Ano, um Novo Ciclo se inicia. O “pass’Aarão” continuará vivo; no entanto, não me é possível assumir o “compromisso” de uma presença quotidiana. Às exigências da vida (profissional, familiar, social, cívica, cultural, associativa, desportiva...) sobra muito pouco tempo!...
Mas, como digo num dos meus “remoques”:
“o caminho faz-se caminhando
com passos que aproximam
cada horizonte vislumbrado
se alcanço a definida linha
logo outras ao longe
imprecisas
me atraem
sedutoras"
Bom Ano!
Devo confessar que não é fácil marcar presença, ininterruptamente, num espaço como este, que pretendo de recordações, música, poesia, património, divertimento, opinião, formação, informação…
Com o Novo Ano, um Novo Ciclo se inicia. O “pass’Aarão” continuará vivo; no entanto, não me é possível assumir o “compromisso” de uma presença quotidiana. Às exigências da vida (profissional, familiar, social, cívica, cultural, associativa, desportiva...) sobra muito pouco tempo!...
Mas, como digo num dos meus “remoques”:
“o caminho faz-se caminhando
com passos que aproximam
cada horizonte vislumbrado
se alcanço a definida linha
logo outras ao longe
imprecisas
me atraem
sedutoras"
Bom Ano!
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