Imagens passadas, ontem, na RTP1
Onyang, vinda do Quénia, entrou ilegalmente nos Estados Unidos há 10 anos. Conseguiu contornar as ordens de expulsão e vive em Boston com casa e subsídios do Estado. Assegura que nunca pediu nada ao presidente e considera que a sua situação é um dos "milagres de Deus".
"Sou tia dele (de Barack Obama). Se ele fizer algo errado, sou a única pessoa na Terra com autoridade para lhe puxar as orelhas e dar-lhe um tabefe. A tia é uma pessoa muito venerada na cultura africana.
- O que lhe devem os Estados Unidos? - pergunta o entrevistador.
- Nada - responde - e eu não lhes devo nada... é um País livre aos olhos de Deus. O sonho americano tornou-se no meu pior pesadelo americano. Por tudo aquilo por que passei... foi muito, mesmo muita coisa!..."
Ah! Grande tia, é assim mesmo! Que tudo aquilo por que (= pelo qual) passaste jamais te amoleça a têmpera africana! Nem que seja preciso dar um tabefe ao presidente dos Estados Unidos... e um puxão de orelhas a quem fez a legenda!...
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