Pretendeu-se uma "cerimónia sem cerimónias", uma aula diferente, interativa, em que os alunos pudessem apreender que a arte e, nesta circunstância, a poesia - a arte da palavra - convive com cada um de nós, está nas vidas e nas relações entre as vidas, na natureza e na forma como cada um a vê, a ouve, a sente... e pressente, como diz o poeta da montanha.
Fui ao POEMAS E RECADOS e saquei estes vídeos, sem autorização prévia (pelo que te peço perdão, caro João):
A minha visível satisfação, além de assentar na musicalidade das palavras do João Luís e na pureza da voz da Cristiana, foi ter tido a oportunidade de fazer um dueto instrumental com o Pinho, que toca viola que se farta!
Orgulho-me dos meus alunos e da verdade deste momento!... Aqui não há encenações nem castings de seleção!...
Quando os convidei para este encontro com o poeta João Luís, todos se ofereceram para fazer a leitura de um poema, cientes de que não haveria tempo nem disponibilidade para ensaios e a recitação seria mesmo sem qualquer rede; por isso, estas leituras traduzem a perceção e a sensibilidade que cada um teve face a cada poema e não aquelas que o professor entendesse que deveriam ter. Só com experiências envolventes os alunos poderão conquistar a sua autonomia e espírito crítico perante o conhecimento, a arte e as palavras.
Parabéns paizinho!
ResponderEliminarMas o sucesso desta atividade dependeu muuuito da competência do prof :-))
ResponderEliminarUm abraço ao professor Manuel Adelino, ao Luís Pinho, ao professor Daniel, aos alunos e à direção da Escola. Gostei de ter estado por lá.
ResponderEliminarJoão Luís Dias
Muito bom, sim senhor! Gostei! Parabéns a todos!
ResponderEliminarMano, adorei ver-te à guitarra e escutar o som da tua voz :-)
Zi