a angústia do olhar
denuncia a impotência das mãos
que mirradas pela rudeza da vida
gravam a sina do presente
nas rugas do desespero das horas
já são dispensáveis as mãos
que firmes empunharam enxadas
e construíram abrigos!...
agora estão trémulas essas mãos
com o peso da ausência de futuro!
macviana
18.11.2010
Sinto-me uma privilegiada,tive preciosas achegas do autor que me ajudaram a "entrar" no poema.
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